com quem dividimos nosso destino sem eira nem beira.
Quando fenecem choram o ciclo que se encerra;
mas cabe a nós o remorso, a dor derradeira.
Tudo quer pairar. Mas somos pesados;
pousamos em tudo, encantados com a nossa massa;
somos, para as coisas, mestres esfomeados,
pois desfrutam uma infância que não passa.
Se alguém as embalasse em sono profundo,
e, a elas se aninhando, adormecesse junto,
amanheceria leve e distante das coisas do mundo?
Ou, talvez, se ele ficasse; elas florariam em tudo,
a louvar o convertido. Ora também oriundo,
irmão das irmãs do vento, pelos prados de veludo.
Tradução Karlos Rischbieter com Paulo Garfunkel, Editora Record




















Um comentário:
Estou passando por aqui, para comunicar que estarei ausente por um tempo.Metamorfósica como sou, sempre em tempo de férias necessito fazer
algumas mudanças na minha casa, na minha vida, e meus Blogs não poderiam ficar de fora(rsrs).
Quando eu voltar ,estarei por aqui, com certeza, se Deus quiser!
Um grande abraço!! Rejane
P.S. O Blog da gula(receitas) permanecerá aberto.
Postar um comentário